A estatura baixa de criança/infantil/juvenil/adolescente pode ser uma expressão normal do potencial genético de uma pessoa e, por conseguinte, a taxa de crescimento é normal. A estatura baixa pode também ser um resultado de uma doença que provoca a falha do crescimento e uma taxa de crescimento que é mais lenta do que o normal, e que poderá acompanhar até a idade adulta. Hoje sabemos que este fato tem algumas variantes inclusive mutacionais e que na grande maioria dos casos as crianças, infantis, juvenis e adolescentes chegam entre 85% a 95% do potencial de crescimento ideal de acordo com suas características genéticas, além de trabalhos de pesquisas concluírem que além da deficiência criada por comprometimento do GH – hormônio de crescimento – e IGF – 1 (fator de crescimento semelhante à insulina),
Grande parte do problema está localizada na placa de crescimento epifisária nos ossos em suas extremidades, e em adição da necessidade do GH – hormônio de crescimento e IGF – 1 (fator de crescimento semelhante à insulina), múltiplos hormônios e citocinas. As citocinas são pequenas proteínas secretadas por células que têm lançado um efeito específico sobre as interações e comunicações entre células. Citocina é um nome genérico. Outros nomes incluem linfocinas (citocinas feitas por linfócitos), monocina (citocinas feitas pelos monócitos), de quimiocinas (citocinas com atividades quimiotácticas) e interleucina (citocinas feitas por um dos leucócitos e que agem em outros leucócitos).
As citoquinas podem atuar sobre as células com (ação autócrina) segregam, em células vizinhas (ação parácrina), ou em alguns casos, em células distantes (ação endócrina). Existem ambas as citoquinas pró-inflamatórios e citocinas anti-inflamatórias, podendo causar dor na região de sua atuação, que no caso do crescimento pensa-se que seja dor de crescimento, em quem raramente as possuem. Outros hormônios também têm ação regulatória no crescimento linear longitudinal, incluindo os hormônios tireoidianos, glicocorticóides, estrógenos e andrógenos com papeis relevantes no crescimento linear.
Evidências sugerem que cada um desses fatores endocrinológicos regula agindo em parte com ações diretas na placa de crescimento.
Por exemplo, a infusão de Dexametasona, um glicocorticóide sintético causa uma ação direta na placa de crescimento (epífise óssea) diminuindo seu crescimento local e fazendo com que ocorra uma diminuição de seu tamanho esperado. Além disso, a utilização (adição) de dexametasona fetal diminui o crescimento e faz com que o desenvolvimento dos ossos metatarsos seja lento e relativamente menor. Clinicamente, os tratamentos com glicocorticóides induzem a baixa estatura que pode ser compensado em parte pelo GH – hormônio de crescimento se as doses de glicocorticóides forem necessárias, mas em doses baixas. Todos os outros hormônios como da tireóide, produção de GH, andrógenos e estrógenos ficam comprometidos.
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologista
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930
Como saber mais:
1. Os resultados revelaram agora que o eixo GH-IGF-1 é apenas um de muitos sistemas regulatórios que controlam a condrogenesis na placa de crescimento, que é o processo biológico que conduz ao ganho de altura...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.
2. Mutações nos genes que codificam para muitas destas proteínas locais causam estatura baixa ou estatura alta...
http://longevidadefutura.blogspot.com
3. Do mesmo modo, os estudos de associação em todo o genoma têm revelado que a variação normal na altura parece ser em grande parte devido aos genes fora do eixo GH-IGF-1, que afetam o crescimento na placa de crescimento por meio de uma grande variedade de mecanismos...
http://imcobesidade.blogspot.com
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Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Cohen P, Rogol AD, Deal CL, et al. Wit JM: 2007 ISS Consensus Workshop participants. Consensus statement on the diagnosis and treatment of children with idiopathic short stature: a summary of the Growth Hormone Research Society, the Lawson Wilkins Pediatric Endocrine Society, and the European Society for Paediatric Endocrinology Workshop. J Clin Endocrinol Metab. 2008;93:4210-4217; Collett-Solberg PF, Misra M. Drug and Therapeutics Committee of the Lawson Wilkins Pediatric Endocrine Society. The role of recombinant human insulin-like growth factor-1 in treating children with short stature. J Clin Endocrinol Metab; Cooke DW, Divall SA, Radovick S. Normal and aberrant growth. In: Melmed S, Polonsky KS, Larsen PR, Kronenberg HM, eds. Williams Textbook of Endocrinology. 12th ed. Philadelphia, PA: Elsevier Saunders; 2011;chap 24; Sisley S, Trujillo MV, Khoury J, Backeljauw P. Low incidence of pathology detection and high cost of screening in the evaluation of symptomatic short children. J Pediatr. 2013;163:1045; van Gool SA, Kamp GA, Odink RJ, et al. High-dose GH treatment limited to the prepubertal period in young children with idiopathic short stature does not increase adult height. Eur J Endocrinol. 2010;162:653-60.
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